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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

It's sheep killing time !


Não tenho tem jeito. Eu adoro e não adoro um romantismo, declaracõezinhas em público e tal, mas não consigo me apaixonar por caras bonzinhos. Meus amigos dizem que eu só gosto de cara que "não presta". É verdade. Se você me apresentar um cara certinho, tímido, romântico declarado, e um mulherengo, que fale pelos cotovelos, vou gostar do segundo.
Mas vá lá, tem que ser um Don Juan legítimo (6). Sim, porque há muitos fajutos por aí, que fingem, querem ou tentam ser garanhões. Aquela imagem de virilidade, rudeza, de "macho", que não teme nada é confundida com ignorância, petulância, arrogância, exuberância ou qualquer coisa dessas que me causa ânsia.
O que me atrai, é a coragem. Uma virtude nobre, rara de se encontrar hoje, nessa sociedade conduzida pelo medo e pela culpa. É uma transmissão de segurança que poucos são capazes de ter. Ou o cara é, ou não é. Não adiantar tentar lutar contra a natureza. Se o cara nasceu covarde, dificilmente vai se tornar um guerreiro. Pra mim, o verdadeiro "homem com h maiúsculo" é esse. Coragem de enganar duas (ou duzentas?) mulheres ao mesmo tempo - a tal cara de pau -, coragem suficiente para enfrentar o que for necessário a fim de conquistar seu objetivo (ou sua 'vítima' haha).
É isso que me fascina. Pode ser que seja até uma disputa de egos (ego, alter ego... como quiser), quem sabe? (eu ou ele), quem vai dominar quem, quem vai se render, quem vai afrouxar ou amaciar o outro primeiro. Eu gosto mesmo e desses jogos , tudo tão instigante .. mover as situações apenas para ter o poder nas mãos , mover a vida de uma pessoa por suas escolhas é algo muito prazeroso . mas não gosto dos FÁCEIS tem que me fazer pensar , buscar o melhor jeito as melhores respostas. é isso que me move !
não quero relacionamentos nem hoje nem tão cedo , não sei porque um dia ja pensei nessa hipótese.
com isso me nomeio uma ovelha , de puro sangue negro. É ovelhas são assim pura sedução e zero compromisso , nada de arrependimentos .
Por isso, deixem-me quebrar a cara. É disso que eu gosto, guerrear.

→ Texto muito subjetivo, hein. Não sou sadomasoquista. É que é difícil explicar. Não achem que eu gosto de caras que se acham, por favor. É diferente. Eu tô falando de personalidade. (;

ps: no final somos todos grandes pamonhas , mas isso é outro ass.

T.T

sábado, 17 de outubro de 2009

Inexplicávelmente ;




Ao revirar o meu armário, mania compulsiva ..busca por objetos antigos
qualquer coisa que me faça reviver momentos, histórias sei lá uma das minhas estranhas psicoses doentias. Enfim eu estava em busca de algum sentimento, há tempos já não sentia.
Foi quando eu me vi em meio as meus livros antigos, e achei duas publicações escolares, passam -se alguns minutos e viro ao espelho e me pego com um sorriso besta meio infantil no rosto. Apenas por lembrar-me  de como mudara a minha letra
foi quando o li (confesso que de modo crítico), o quanto fui frágil e de tão ingénuo os meus pensamentos , pude também notar de uma certa obsessão por um a palavra
nada menos que: INEXPLICÁVEL ; fiquei ali sentada observando a leve poeira no canto da porta , e inesperadamente me fez refletir, fiz idagar-me .
- O que eu tinha vivido ou carregado comigo de tão inexplicável nesse periodo pós poema ? _ fiquei a imaginar mas algus instantes, e corria atrás de um papel não achei e como medo da memória que estava vindo sumisse me joguei na cama e me enrolei no edredon, tão fofinho.
Então as imagens surgiram .Um flash-back em melhores condições com imagem high definition , .. começou com o cheiro do couro do estofamento do carro, o ziper da minha mochila que ao abrir e fechar fazia uma sifonia , o som dos riso e da estação do rádio que pifava ao passar pelo túneis formava um conjunto, uma melodia. (8)
Recordo da brisa que manhosamente me surprendia tornando -se intensa e de como eu estava radiante , como se nada importasse , ou melhor realmente nada mais me importava eu estava fora de mim estava flutuando por toda aquela estrada .
Em um momento qualquer paramos em uma praia. Me levou a uma súbita vontande de correr em toda aquela areia branca que me chamava como se fosse a melhor coisa a fazer. Parei meio ofegante e as vi na água mais que cristalina.
Gargalhamos apenas por estarmos ali , demos as mãos e agredecemos .
Caímos deitadas e ali ficamos por horas olhando aquele céu , o mar .. toda aquela sensação de paz tão penetrante.
Foi exatamente ali que eu soube o valor de inexplicável , foi ali que eu soube que amizade existe , pois aquilo.. aquilo era real





P.s: Eu só tenho a agradecer  por todos os ensinamentos , por todas as coisas boas que vocês me proporcionaram.
pra sempre .. TTN

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Sejam quais forem suas memórias ..


Eu estou tentando, estou tentando, tateando meu próprio rosto pra não esquecer quem eu fui. Eu queria poder entregar minhas memórias a alguém que entendesse da alma. Alguém de alma formada e coração profundo. Coração profundo é para poucos. O que me aconteceu acontece em tantas esquinas que quase não fui capaz de achar palavras para esse sentimento. Minha linguagem não é nada perto de um sentimento, e por isso escrevo com a cautela de quem quer contar um segredo sem perder o brilho dos olhos de quem vai escutar. Isso não é um segredo, são memórias. E pra escrever sobre quem eu fui preciso esquecer o eu que está morando na minha alma hoje em dia. Como toda mulher que um dia dilacerou o coração por um amor, eu também tenho medo de esquecer. Eu quero ser muito verdadeira, e por isso vou parar se perceber que minha imaginação está tomando lugar do que tem que ser transparente.
Eu não sinto que tenha perdido alguma coisa porque nunca possuí coisa alguma. Mas sinto uma tristeza arrebatadora em certos momentos e é essa tristeza é que me leva de volta as memórias.
Não estou sendo mais tolerante com as pessoas mornas. Eu não posso aceitar os sem-vida, os sem-rosto, os uns na multidão. Não sei se é egoísmo da minha parte, mas não deixo mais ninguém entrar no meu universo sem que antes me mostre toda a sua entrega.
Todos temos fases, cheguei numa que não mais me permito desilusões. Bem inútil da minha parte, já que a minha de certa forma e movida a este tão impiedoso combustível, no entanto não deveria me lamentar pois foram com bofetadas que hoje sou o que sou; mesmo longe da metade dos degraus da chegada gloriosa de ser um eu completo. Sinto que seria apenas pó sem tais aprendizados e feridas que apesar de tudo ainda se abrem com lembranças pouco distantes.
Confusa eu sempre fui nas palavras, então talvez seja melhor colocar um ponto nesse raciocínio antes que me perca . Eu não quero entrar em nenhum labirinto, e como não estou me sentindo mais segura, vou parar por aqui.


T.T